
Antes dos grandes palcos, das arquibancadas lotadas e do Parque que conhecemos hoje, existiam encontros, montarias e um grupo de amigos disposto a preservar a cultura do peão boiadeiro.
A valorização do peão boiadeiro já aparecia em Barretos antes da criação da Festa. Em 1947, durante as comemorações do aniversário da cidade, foram realizadas montarias e manifestações culturais ligadas à vida rural.
A tradição já estava presente. O que faltava era um projeto capaz de reunir essa memória, organizar os encontros e criar um evento que crescesse junto com a cidade.


Um grupo de jovens ligados à vida agropecuária local se reuniu com uma proposta: realizar eventos inspirados na cultura da região e gerar recursos para entidades assistenciais.
Assim nasceu a Associação Os Independentes, em 1955. A partir dali, Barretos passaria a construir uma história que ultrapassaria gerações.





Em agosto de 1956, a primeira Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos foi realizada no Recinto Paulo de Lima Corrêa. Um antigo picadeiro serviu como arena para competições, brincadeiras e atividades ligadas à vida rural.
O que começou em uma estrutura simples logo mostrou que havia ali algo maior: uma celebração capaz de reunir tradição, entretenimento e identidade.
O crescimento do evento exigia uma estrutura permanente, preparada para receber mais pessoas e acompanhar o futuro que a Festa começava a desenhar.
A construção do Parque do Peão representou uma mudança de escala: de um evento que crescia ano após ano para um espaço pensado como legado.

O terreno começa a receber a estrutura que mudaria definitivamente o tamanho da Festa.

A nova casa surge como um complexo capaz de receber rodeio, público, cultura e grandes encontros.

O Parque passa a organizar diferentes experiências dentro de uma mesma estrutura.

O projeto do Parque do Peão está associado a Oscar Niemeyer. A arquitetura ajudou a criar uma identidade própria para o espaço e transformou a nova arena em um símbolo reconhecido dentro e fora de Barretos.

Hoje, a Festa reúne rodeio, música, gastronomia, turismo e manifestações culturais em uma experiência que movimenta a cidade e projeta Barretos para diferentes regiões.
O tamanho pode ser visto na arena. O significado aparece nas memórias, nos encontros e nas pessoas que continuam fazendo parte dessa história.

Uma arena lotada mostra o tamanho do evento. Sua origem mostra a força da memória que o sustenta.

O Jeromão se tornou parte da paisagem e da identidade visual do Parque do Peão.
Agora que você conhece parte dessa trajetória, descubra os lugares, os parceiros e as experiências que ajudam a construir a Barretos atual.